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Ansiedade na menopausa: por que ficamos tão inquietas?

Anda se sentindo muito afobada? Isso pode ser um sinal da ansiedade na menopausa. Para entender melhor porque isso acontece, vejamos primeiro o que é a ansiedade e como ela age no corpo.

Também chamada de ânsia ou nervosismo, a ansiedade é uma condição natural do ser humano, que precede situações de risco, reais ou imaginárias, caracterizada por sentimentos corporais desagradáveis, como: batimentos acelerados, medo constante, aperto no coração, suor, vazio estomacal, confusão, irritação, dor muscular, tremores, contrações, insônia, dificuldades de relaxamento, tontura, ânsia de vômito, “nó na garganta”, etc. Basicamente, a ansiedade pode ser definida como a antecipação aos problemas.

Por que a ansiedade acontece na menopausa?

1. Alterações nas taxas hormonais

A oscilação dos hormônios de estrogênio e progesterona que ocorre na menopausa, pode afetar nossa forma de lidar com a ansiedade. Pesquisas indicam que o estrogênio tem influência direta no sistema nervoso central, regulando a ação de neurotransmissores como a serotonina (hormônio da “felicidade”) por exemplo, fazendo conexão com entre células nervosas, ou seja, com a queda dos níveis de estrogênio faz com que a mulher transmita menos serotonina, tendo menos sensações de alegria.

2. Medo

As mudanças decorrentes da menopausa como: calorão, aumento de peso, queda de cabelo, tonturas, insônia, secura vaginal, dentre outras, podem despertar a ansiedade na mulher, pois, como os sintomas são bruscos, fica difícil saber como lidar com todos eles, trazendo uma ansiedade muito grande.

Consequências da ansiedade

Todos os seres humanos estão passíveis de sentir ansiedade, principalmente devido à agitação da vida hoje em dia. A ansiedade acaba por tornar-se frequente na vida de muita gente. De acordo com o grau ou a frequência, pode tornar-se uma doença e desencadear grandes problemas posteriormente, como o TDA. 

A ansiedade poder fazer com que a pessoa que sofre deste male tenha também baixa autoestima, deixando de praticar certas atividades por acreditar ser incapaz de realizá-las. Deste modo,  a palavra ansiedade está ligada ao medo, logo, o sujeito tende a ter receio de errar quando vai praticar atividades, e as vezes não chega nem a tentar.

Em níveis muito elevados, ou unida à timidez e depressão, a ansiedade pode impedir que a pessoa desenvolva sua capacidade intelectual. O aprendizado é prejudicado, não só na parte educacional tradicional, mas no potencial de inteligência social. A pessoa não sabe como pode se comportar em ocasiões que envolvam muitas pessoas, como no trabalho ou entre amigos por exemplo, podendo levar à estagnação profissional e pessoal.

Pessoas ansiosas costumam sentir: desconforto constante, mente acelerada, dúvidas em relação a si, questionamentos sobre tudo, dificuldades de dormir, indecisão, cansaço, preocupação em ser um peso para as pessoas ao seu redor e excesso de preocupação. Além dos sintomas psicológicos, os ansiosos tentam acalmar a mente e compensar seus momentos, mas acabam criando vícios, sendo os mais comuns deles: descontar na comida, fumar e roer as unhas.

Como lidar com ansiedade na menopausa?

Em casos mais extremos, o médico pode recomendar ansiolíticos ou antidepressivos, lembrando que eles possuem ação muito forte, não sendo recomendados como tratamento inicial, ou seja, é necessário que antes de tomar medicações (sempre com recomendação médica), a pessoa ansiosa tente reduzir seus sintomas com os tópicos indicados acima.

Medicamentos são muito importantes, mas se forem retirados a ansiedade aparece novamente. É preciso, então, escolher uma psicoterapia para analisar e enfrentar as causas psicológicas deste transtorno.”

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